O risco de perda auditiva na menopausa

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A perda auditiva na menopausa pode aterrorizar muitas pessoas, principalmente aquelas que não sabem ao certo o motivo pelo qual pode ocorrer esse problema. Em primeiro lugar, é bom esclarecer que não é o fim da possibilidade de reprodução (rebaixamento hormonal) a grande causadora da deficiência, e sim, as escolhas que as mulheres tomam para sanar os sintomas.

Conhecido pelos seus inúmeros sinais, o climatério pode ocasionar muitos impactos para a vida da mulher e, frente aos desconfortos rotineiros, acaba-se recorrendo à terapia da reposição hormonal sintética para amenizar os infortúnios da disfunção.

O Belerofonte e a quimera

O problema está nessa decisão – optar por fazer o uso dessa terapia –, pois o que era para ser o Belerofonte (antídoto) acaba se tornando a quimera (veneno), isso porque, a reposição sintética dos hormônios pode acarretar em complicações para a saúde das mulheres, entre elas estão:

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Terapia de reposição hormonal e o risco de perda auditiva na menopausa

Além das mazelas apresentadas acima, uma pesquisa realizada no Brigham and Women’s Hospital in Boston  EUA, detectou outro risco na terapia de reposição hormonal, após a realização de uma pesquisa com mulheres que fazem o uso da medicação e outro grupo que não usava, foi constatado uma correlação entre perda auditiva e a reposição sintética.

“A terapia de reposição hormonal (TRH) aumenta o risco de deficiência auditiva em até 21% entre mulheres que lançam mão desse tipo de tratamento para lidar com a menopausa, revela o estudo americano. À cada década a terapia de reposição hormonal aumenta os riscos de deficiência auditiva de 15 a 21% entre mulheres, enquanto que isso não ocorre com mulheres que nunca se submeteram a esse tipo de tratamento. Os pesquisadores descobriram que os riscos de deficiência auditiva aumentaram 15% após 5 anos de uso do hormônio sintético à base de comprimido, o que normalmente inclui os hormônios sexuias feminino: estrogênio e progesterona.”

-Hear-it, especialização em assuntos auditivos.   

Ou seja, quanto mais se estender o uso da reposição artificial, maiores serão as chances de sofrer com a perda de audição na menopausa. O fato é que não se sabe ainda qual é o agravante que desencadeia a moléstia, uma suposição é a de que o tratamento pode impactar na recepção do estrogênio nas células ciliadas do ouvido, que são fundamentais na captação do som e transporte dele (som) para o cérebro.

O que fazer?

Se você faz o uso da reposição sintética, todavia, não quer correr o risco de sofrer com a perda da audição na menopausa, bem como não aumentar a pré-disposição para as outras doenças. Consulte o seu médico e informe que você não está segura com o método e que gostaria de buscar outras opções mais naturais. Existem alternativas menos agressivas que podem proporcionar o alívio dos sintomas da menopausa e não gerarem impactos para a sua saúde.

Uma solução sem riscos para a sua saúde!

Existe um suplemento natural chamado Active Woman Plus, ele é rico em óleo de prímula, óleo de linhaça, gérmen de soja, ômega 3 e 6, nutrientes que irão agir como os hormônios que estão em baixa em seu organismo, com isso os sintomas serão tratados, e o melhor, sem riscos para a sua saúde.

Os componentes do AW plus irão também proporcionar benfeitorias para o seu corpo, um exemplo de benfeitor é o ômega 3 que irá colaborar com o bom funcionamento do seu sistema cardiovascular. E ao contrário da reposição sintética, esse suplemento não possui efeitos colaterais.

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Algumas recomendações

Todo o cuidado é necessário para preservar a acuidade desse sentido tão importante, pensando nisso, o Saudável e Feliz separou algumas dicas para você preservar os seus ouvidos, e evitar a perda auditiva na menopausa:

  • Não coloque objetos no canal auditivo;
  • Evite espaços com sons demasiadamente alto;
  • Abaixe o volume do seu celular quando estiver escutando música;
  • Higienize os fones de ouvidos com frequência;
  • Ao notar a presença de zumbidos ou qualquer outro desconforto procure um médico;
  • Faço o uso de uma suplementação natural de estrogênio e progesterona;
  • Faça uma avaliação audiológica uma vez por ano.

Vale ressaltar também que com a chegada da maturação corporal ocorre a presbiacusia, que é a baixa da capacidade de escuta, e não possui correlação com a perda auditiva na menopausa. Veja a seguir o que o médico Drauzio Varella fala sobre a presbiacusia:

“A perda pode ser precoce e começar aos 40 anos, mas o mais comum é cerca de 60% das pessoas apresentarem algum problema auditivo a partir dos 60 anos. Isso acarreta o afastamento social da pessoa […]. Em 35% dos casos, porém, essa situação desagradável poderia ser evitada com o uso de aparelhos para surdez.” 

-Drauzio Varella.

Ela é normal e está atrelada ao envelhecimento e a morte das células auditivas, entretanto, manter hábitos saudáveis retarda a sua chegada dela, assim como evitar o tabagismo, controlar o diabetes e a pressão alta são fatores que precisam fazer parte das recomendações gerais caso você queira manter os seus sentidos auditivos com boa qualidade.

Gostou? Você sabia que existia essa relação entre a perda auditiva na menopausa? Nós queremos saber. Deixe o seu comentário. Participe!

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