Como diagnosticar e tratar uma menopausa precoce?

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A menopausa pode chegar mais cedo do que você imagina! Saiba o que é, porque acontece e quais os tipos de tratamento para menopausa precoce.
A menopausa pode chegar mais cedo do que você imagina! Saiba o que é, porque acontece e quais os tipos de tratamento para menopausa precoce.

Você sabia que a menopausa pode acontecer mais cedo do que você espera? É isso mesmo, um dos períodos mais delicados das nossas vidas pode chegar mais cedo que imaginamos. Trata-se da menopausa precoce, um quadro clínico com sintomas específicos e que merecem nosso olhar especial.

Então, se você quer saber exatamente o que ele é, por que acontece e quais são seus tipos de tratamento, continue conosco!

O que é?

Como o próprio nome leva a entender, a menopausa precoce é o quadro em que a menopausa dá o ar da graça mais cedo que o usual. Normalmente, ela acomete as mulheres na faixa entre 45 a 55 anos de idade, mas algumas pessoas podem começar a lidar com os sintomas bem mais cedo.

Mas, como muitas de nós pensamos, a menopausa precoce não é um distúrbio hormonal, na verdade, se trata da falência do funcionamento dos ovários em uma mulher jovem.

E essa falência representa uma perda temporária ou definitiva da produção de hormônios, diminuindo o número dos óvulos liberados — e, por consequência, gerando uma alteração hormonal.

Por que acontece?

Não existe um fator específico para o surgimento desse problema, sendo que ele pode ser ocasionado por muitos fatores.

Basicamente, a FOP (Falência Ovariana Precoce) pode ser dividida em primária e secundária. No caso da primária, temos as alterações genéticas envolvendo o cromossomo X como uma das causas do problema. Vejamos algumas delas:

  • Síndrome de Turner: na qual você tem apenas um cromossomo X, quando deveria ter, na verdade, um par desse cromossomo;
  • Trissomia do cromossomo X: compromete o braço curto ou uma porção exata do braço longo do cromossomo, responsável pela função dos ovários;
  • Translocações do cromossomo X: também envolve uma região bastante específica desse cromossomo, levando à morte das células ovarianas;
  • Síndrome do X Frágil: forma mais comum de retardo intelectual no mundo. As mulheres com esse tipo de mutação possuem 10 vezes mais chances de apresentar a menopausa precoce.

Outra causa primária da menopausa precoce são as doenças autossômicas. Nesse caso, os linfócitos T ou os anticorpos das células B começam a atacar os ovários, causando lesões e prejudicando a produção de óvulos.

Dentre as causas autossômicas, podemos citar as mutações do receptor FSH e também a galactosemia — a deficiência da enzima galactose.

Existem ainda outros fatores que também influenciam bastante nesse quadro, como a remoção dos ovários ou de parte deles e os tratamentos de câncer, que podem ocasionar a falência dos ovários muito cedo por meio da radio e quimioterapia.

Além disso, existem motivos que podem ocasionar a menopausa química, como certos medicamentos. Esses casos independem da idade, e podem acontecer em mulheres que lutam contra doenças autoimunes, como o lúpus e tireoidite. Contudo, vale lembrar que não é a doença que promove essa alteração, e sim os remédios.

Por fim, outro motivo é a chamada precoce cirúrgica, caracterizada pela retirada dos ovários — na maioria dos casos, devido ao diagnóstico de câncer ou alguma outra doença. Assim, sem o ovário, a produção hormonal fica comprometida e alterada.

Quais são os sinais e sintomas da menopausa precoce?

Os primeiros sintomas da menopausa

A menopausa precoce pode ter diferentes sintomas, mas eles são bem comuns. A maneira mais usual é a desregulagem dos períodos menstruais, que começam a mudar, com sangramentos leves, ou a espaçar alguns meses.

Tudo isso, ainda somado ao tradicional calor, que pode durar de 5 a 30 minutos, principalmente no período noturno.

Outros sintomas que podem surgir

Insônia

Durante esse período, é muito comum que a mulher tenha dificuldades para dormir. E não só por causa das ondas de calor. O estrogênio está diretamente associado à regulação do sono e, durante a menopausa, as taxas desse hormônio diminuem.

Isso pode até acontecer de vez em quando, mas, se a falta de sono se transformar em algo crônico — nesses casos, chamada de insônia aprendida perpetuada — é necessário consultar o médico.

Contudo, existem algumas medidas que as mulheres podem tomar para reduzir esse problema durante o climatério. O processo é chamado de higiene do sono, e deve ser utilizado todos os dias. Veja o que deve ser feito:

  • não faça refeições após as 8 da noite e, ainda assim, prefira o consumo de pratos mais leves, como saladas, por exemplo;
  • pratique exercícios físicos até as 18 horas, já que, após esse horário, a prática costuma desregular o relógio biológico;
  • deixe o local de dormir numa penumbra. A falta de luz aumenta a produção de melatonina, o hormônio que promove o sono;
  • faça atividades leves perto da hora de dormir, como ouvir música ou ler um livro. Mas isso deve ser feito em outro ambiente, que não seja o quarto;
  • se não pretende sair de casa, aproveite para vestir a roupa de dormir.

Aliás, sempre dê preferência a soluções que não utilizem medicamentos. Usar remédios para dormir deve ser algo pontual e, ainda assim, visto como um último recurso. Então, opte sempre por versões naturais, como chás e fitoterápicos.

Diminuição da libido e secura vaginal

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Também chamada de dispareunia, a redução do desejo sexual da mulher durante a menopausa é outro sintoma bastante comum.

E isso ocorre por diversos motivos: ondas de calor, mudanças de humor, alterações no sono e diminuição da lubrificação vaginal — de que já tratamos por aqui, lembra? Quanto a isso, inclusive, você pode pedir para o seu médico te indicar algum tipo de lubrificante.

Bom, o estrogênio é o responsável pela síntese do FSH (Hormônio Folículo Estimulante, que está diretamente relacionado à fertilidade na mulher) e também pelo FH (Hormônio Luteinizante, que aumenta a testosterona e a androstenediona). E essas duas substâncias aumentam a libido.

Porém, durante o climatério, elas estão com as suas taxas baixas, o que gera a redução do desejo sexual. E, por conta disso, muitas mulheres acabam perdendo a sua autoestima, ficando depressivas e ansiosas.

Mas saiba que é possível, sim, fazer algumas coisas para levantar o astral e dar a volta por cima nesses casos. De início, uma boa alimentação e a prática de exercícios físicos podem ajudar e muito. Além disso, veja outras opções:

  • cuide da aparência: vá ao salão de beleza, faça as suas unhas e se arrume para si mesma;
  • saia da rotina: vá a um lugar diferente, faça brincadeiras divertidas. Se for para agradar ambos, tudo vale entre quatro paredes;
  • descubra-se: sabemos que a masturbação feminina ainda está repleta de tabus, mas não há nada de errado em tentar se descobrir e se conhecer melhor;
  • converse com o seu companheiro: nada como uma boa conversa para acabar com algumas neuras. Fale para ele por qual momento você está passando, e como está se sentindo. Com certeza, ele compreenderá e tentará te ajudar.

Oscilações de humor

Nós, mulheres, passamos a vida tendo essas mudanças de humor graças a nossa “querida” TPM. Isso não vai mudar muito durante a menopausa.

Por conta da confusão hormonal que esse período gera, é comum se sentir depressiva, ansiosa e estressada. Você pode ter vontade de chorar sem qualquer motivo ou ficar muito irritada por uma besteira. Mas fique fria, pois isso é normal.

Ainda assim, a situação não é tão simples quanto parece. De fato, diagnosticar e tratar esses sintomas do humor pode ser um tanto complicado, nesse caso, o médico precisa levantar um histórico da sua vida.

Afinal de contas, se você já apresentava essas oscilações, elas podem ter apenas se intensificado, mas a causa já existia. Lembre-se: não adianta tratar os sintomas e deixar o real problema de lado.

Menstruação irregular

Aqui, se fala de um período de transição, ou seja, a mulher ainda vai entrar na menopausa. E essa irregularidade faz parte da perimenopausa — que ocorre antes da menopausa em si — e a menstruação pode aparecer com maior ou menor frequência, ou mesmo com um fluxo bem menor de sangramento.

Por exemplo: o normal que é a menstruação desça a cada 4 semanas, mas, durante a perimenopausa, ela pode demorar de 5 a 6 semanas para aparecer. Os sangramentos, portanto, passam a durar menos dias que antes, e pode até acontecer de você pular os períodos.

Aumento de peso

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Na verdade, ao contrário do que muitos pensam, não existe aumento de peso no período da menopausa. O que acontece é uma modificação da forma como a gordura passa a ser armazenada.

Na mulher, o tecido adiposo geralmente é mais concentrado nas coxas e quadris, mas, após a menopausa, a gordura tende a se acumular na região abdominal. E, como o aumento dessa área está diretamente relacionado com a hipertensão arterial, você precisa ficar mais atenta para não exagerar na comida.

O melhor mesmo é já começar a pensar numa dieta balanceada, com uma quantidade menor de carboidratos simples e de gordura ruim. Consultar o nutricionista é a melhor opção.

Cansaço

A redução do hormônio androgênio — substância relacionada ao bem-estar — é uma das responsáveis pelo nível de fadiga que a mulher menopausada apresenta. Outro problema também é a questão da insônia.

Afinal, se você não tem uma boa qualidade do sono, não dá para se sentir bem o restante do dia não é mesmo? Pois isso pode ser amenizado com algumas pequenas modificações na alimentação e nos hábitos de vida.

Investir em fibras, por exemplo, é uma ótima opção, já que elas conseguem manter os níveis de carboidratos normais por mais tempo após as refeições. Opte sempre por opções mais naturais, como mandioca, batata doce e outras raízes, além de frutas e verduras. Além disso, praticar exercícios físicos é essencial.

Mudanças na pele

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Como se já não bastasse o aumento de peso, as mulheres na menopausa ainda precisam lidar com alguns sintomas relacionados como aumento das rugas, ressecamento e inchaço em algumas partes do rosto.

O que acontece é que, com a redução na síntese de alguns hormônios, há um envelhecimento mais acentuado da pele durante esse período. Outros fatores para que isso ocorra são:

  • redução da produção de ácido hialurônico;
  • menor quantidade de colágeno;
  • queda nas taxas de elastina;

Então, já sabendo desses prováveis malefícios, é interessante iniciar os cuidados com a pele o quanto antes.

Usar um bom protetor solar ao sair de casa, ingerir muitos alimentos com vitamina C — para aumentar a produção de colágeno — utilizar hidratantes específicos e fazer procedimentos estéticos, como a limpeza, são boas opções para driblar esse problema.

Depressão

Estima-se que mais de 2/3 das mulheres na menopausa apresentem a depressão como um dos sintomas psíquicos. Isso porque a deficiência de estrogênios causa uma grande repercussão no sistema nervoso central.

Inclusive, alguns estudos estão associando esse hormônio aos sistemas adrenérgicos e serotoninérgicos, substâncias responsáveis pelo bem-estar, e que acabam em déficit por conta da menopausa. Ainda assim, a depressão não pode ser associada apenas a esse fato.

Outros fatores devem ser considerados, como, por exemplo, a síndrome do ninho vazio. Nessa época, os filhos já não moram mais em casa, e a mulher sente falta do seu papel de mãe. Além disso, o fato de a vida sexual não ser mais a mesma após a menopausa também pode causar transtornos de humor.

Quais são as consequências da menopausa precoce?

Osteoporose

Essa é uma doença que pode aparecer com o avanço da idade, mas, no caso de menopausa precoce, você precisa ficar mais atenta. A baixa densidade óssea também pode estar presente em mulheres com menos de 40 anos que iniciaram o período do climatério mais cedo.

Para driblar esses efeitos, o ideal é consultar um médico, cuidar da alimentação e, como já dissemos, praticar exercícios físicos.

Doença cardiovascular

Pesquisadores fizeram um estudo de revisão utilizando 32 estudos e, totalizando, 310.329 mulheres. Os cientistas buscaram fazer comparações entre mulheres com menopausa, de diversas idades, para descobrir quais são os riscos que essa condição trazia para o sistema cardiovascular.

O resultado foi o seguinte: as mulheres que iniciaram a menopausa antes dos 45 anos tinham o risco de 1,11 pontos a mais para desenvolver a doença coronariana fatal, quando comparadas às que entraram na menopausa entre os 50 e 54 anos. Essas, apresentavam apenas 0,87 pontos para o risco da mesma enfermidade.

Por conta disso, quem tem FOP deve começar a se cuidar quanto a essa questão. Novamente, aqui entram a dieta balanceada e a prática de exercícios físicos com o acompanhamento de um profissional de confiança.

Como é feito o diagnóstico?

Você tem menos de 40 anos e está percebendo uma certa irregularidade no seu fluxo que não acontecia antes? Então, é melhor consultar o seu ginecologista. Pode ser que você não esteja na menopausa, mas, apenas medindo os níveis de estrogênio e de outros hormônios, será possível ter a certeza do diagnóstico.

Como você deve imaginar, antes de dar o diagnóstico, o médico precisa verificar se os sintomas estão presentes na paciente. E, se for realmente pertinente, é importante fazer exames complementares, como o ultrassom ovariano e os tradicionais exames de sangue.

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O médico deve realizar um exame completo, coletando dados sobre o seu histórico de vida, doenças que já apresentou, entre outros. Como a mulher ainda é muito jovem, é preciso descartar uma série de outras patologias, como insuficiência adrenal, hipotireoidismo, doença celíaca e outros.

E esse é também um dos motivos da demora do diagnóstico de FOP. Durante o exame físico serão, avaliados sinais e sintomas como:

  • características da Síndrome de Turner;
  • ptose palpebral;
  • bócio;
  • hiperpigmentação ou vitiligo;
  • sinais de vaginite atrófica;
  • alargamento do ovário.

Após coletados todos esses dados para serem descartadas determinadas doenças, é possível partir para outros exames:

  • teste de gravidez;
  • progesterona;
  • prolactina;
  • inibina;
  • FSH;
  • estradiol.

Ainda, o seu médico precisa identificar se há ou não a presença de alguns anticorpos diretamente relacionados à menopausa. Podemos citar alguns exemplos, como os anticorpos circulantes (antiovários, antirreceptores de gonadotrofinas, antizona pelúcida, anticélulas produtoras de esteroides e suprarrenais).

Dessa forma, ele conseguirá um parecer geral sobre a real situação da mulher, e o que pode estar ocasionando essa menopausa. Para quem tem menos de 30 anos — casos ainda mais raros — uma análise de cromossomo também pode ajudar muito no diagnóstico.

Demora para o diagnóstico

Infelizmente, esse atraso, que fica em torno de 5 anos, é um dos maiores problemas enfrentados pelas mulheres com FOP. Como a menopausa é uma doença comumente relacionada ao avanço da idade, é comum que a mulher não pense nessa possibilidade, e procure apenas um clínico geral.

Essa demora também pode se dar por causa do uso, cada vez maior, de anticoncepcionais. Esse medicamento pode mascarar os sintomas e, com isso, nem se desconfia que há algo errado acontecendo no seu corpo.

Situações como essa ocorrem, principalmente, com mulheres que não menstruam, que unem uma cartela a outra sem interrupções.

O que fazer?

Depois que você descobriu que está sofrendo da menopausa precoce, pode mudar a sua alimentação para amenizar os desgastes das taxas hormonais irregulares.

Em primeiro lugar, é importante tentar reequilibra-las. Essa medida pode aliviar os sintomas, uma vez que repõe parte dos hormônios que não são mais produzidos pelo seu corpo. Para isso, procure seu médico, e tenha uma conversa franca com ele para que vocês decidam o melhor tratamento.

A maioria das mulheres que entra na menopausa já pensa, automaticamente, na terapia de reposição com hormônios sintéticos. Porém, é interessante saber que você não precisa ficar dependente de medicamentos e que há opções bastante naturais, que não promovem efeitos colaterais.

Outra medida fundamental é ter um acompanhamento psicológico. Principalmente se você planejava ter filhos, afinal, abrir mão desse sonho não é nada fácil. Dê um tempo a si mesma para assimilar tudo com calma, para se curar emocionalmente e aceitar melhor a nova vida.

Nesses casos, é possível também procurar um especialista em infertilidade e verificar qual é o melhor caminho a seguir. Você pode optar pela adoção ou programas de doação de óvulo, por exemplo.

Quais as chances de engravidar?

É bastante comum as pessoas pensarem que a mulher que sofre de menopausa precoce não tem nenhuma chance de engravidar. Mas elas ainda possuem 10% de possibilidade. Pode ser pouco, mas ainda assim há uma luz no fim do túnel.

E a mulher também pode optar por métodos de fertilização, que podem aumentar as chances em até 50%. Algumas terapias de restauração da fertilidade são:

  • combinada com estrogênio;
  • gonadotrópica;
  • com agonista de GnRH;
  • com glicocorticoides;
  • doação de óvulos.

Se a última opção for a sua escolha, você precisa começar, desde muito antes do procedimento, a modificar os seus hábitos de vida para outros mais saudáveis. Além de receber hormônios apenas para aumentar o sucesso do tratamento, os cuidados com a saúde são imprescindíveis.

Já a doadora precisa ter algumas características, como:

  • ter menos de 35 anos;
  • não ter nenhum histórico de doenças genéticas transmissíveis;
  • apresentar teste negativo para doenças sexualmente transmissíveis;
  • e, por fim, mas não menos importante, ser de um tipo sanguíneo compatível com a futura mamãe.

Existem formas de prevenção?

Não existe uma maneira concreta de prevenir o aparecimento da menopausa precoce — até porque não se sabe ainda, exatamente, quais são as suas causas. Mas, quanto antes você receber o diagnóstico, melhor será o prognóstico. O que, por sua vez, refletirá numa melhor qualidade de vida.

Nesse sentido, fazer consultas regulares ao médico e realizar todos os exames que foram pedidos é a melhor forma de controlar os sintomas da menopausa e viver melhor.

Que outras medidas são importantes?

Além da menopausa precoce não ser um processo fácil, as mulheres ainda apresentam uma chance maior de desenvolverem outros problemas de saúde. Entre eles, estão a osteoporose, as doenças cardíacas e o acidente vascular cerebral (AVC).

Portanto, é bom não abrir mão da sua saúde e ficar de olho para viver bem e ter uma vida saudável!

Aprenda viver com qualidade depois da menopausa

Nesse caso, é importante manter uma alimentação equilibrada, com muitas frutas, cereais e legumes. Para combater a osteoporose, você pode aumentar a quantidade de vitaminas e minerais, ingerindo mais cálcio e vitamina D.

Outro ponto é remover da sua alimentação comidas industrializadas e adicionar à sua dieta alimentos com gorduras saudáveis, como as castanhas, os peixes — que são ricos em ômega 3 — frutas, como o abacate, e óleos, tal qual o azeite de oliva.

Exercícios físicos também ajudam bastante, fortalecendo sua musculatura e preparo físico. Lembre-se: praticar pelo menos 2 horas e meia por semana é o mínimo recomendado pelos especialistas

Por fim, faça um acompanhamento bem de perto com seu médico, envolvendo check-ups, mamografias, vacinas etc. Cuidado nunca é demais, ainda mais quando se trata da sua saúde, seja na menopausa precoce ou em qualquer época da vida.

E então? Conseguiu tirar todas as suas dúvidas a respeito da menopausa precoce? Se você está passando por esse momento na sua vida, deixe-nos o seu comentário e conte para gente quais medidas está tomando para continuar aproveitando ao máximo o seu dia a dia!

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