Estrogênios sintéticos – Tudo o que você precisa saber

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Há muita discussão em torno dos estrogênios sintéticos, inúmeras pesquisas apontaram os riscos de inseri-los em terapêuticas de reposição hormonal. Mas, o que são estrogênios sintéticos? Como eles agem no organismo feminino? E quais são os riscos para a saúde? São muitos os questionamentos não é mesmo? Mas, você pode ficar tranquila! Aqui você encontrará tudo o que você precisa saber.

O que é um estrogênio?

Estrogênio é o nome (genérico) que damos para os hormônios que estão relacionados com o desenvolvimento das características femininas, bem como com o controle da ovulação. Ele está intrínseco em muitas ações do corpo humano, e o organismo o produz naturalmente. São produzidos no corpo, três tipos de estrogênios naturais, são eles:

  • Estradiol;
  • Estriol;
  • Estrona.

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O fato é que com o tempo, a produção do estrogênio sofre uma baixa, e é aí que podem surgir os grandes dilemas da mulher. Só para se ter uma ideia: 80% do sexo feminino sofrerá com as ondas de calor ou fogacho no período de falta da hormona. É uma parcela grande da população. Mas, se existe o estrogênio natural, a ciência identificou outras versões também, são elas:

  • Estrogênio sintético;
  • Xenoestrogênios;
  • Fitoestrogênios.

E é aqui que iniciamos a nossa explanação sobre os estrogênios sintéticos. Vamos lá?

Estrogênios sintéticos

Os estrogênios sintéticos são aqueles que foram manipulados pela indústria farmacêutica, recebem a nomeação sintética, pois as estruturas moleculares sofreram alterações artificialmente, bem como é resultante da somatização de outros componentes que resultam nesse hormônio artificial (sintético).

“Os estrogênios sintéticos, encontrados em produtos farmacêuticos, “tiveram suas estruturas moleculares alteradas somente para poderem ser patenteados. Eles têm a tendência de ser mais potentes do que os estrogênios do próprio corpo e mais tóxicos;””

– Charlene Day – pesquisadora.

Os estrogênios sintéticos estão presentes nos anticoncepcionais hormonais, e nos medicamentos voltados para a reposição no período do climatério, e na pós-menopausa. Encontrados em distintas formas e tipos de aplicações, hoje em dia eles são comercializados como:

  • Pílulas;
  • Adesivos;
  • Injetável.

A produção ocorre em diferentes quantidades e potências, de acordo com a demanda dos especialistas, assim como para se diferenciar no mercado fármaco que é bem competitivo.

O perigo!

O perigo no consumo do estrogênio sintético, é que pesquisas encontraram correlações com inúmeras doenças em seu uso contínuo. Isso porque, ao contrário dos naturais, esse tipo de hormona não é metabolizado com facilidade pelo organismo. O que pode ser a porta para inúmeras disfunções corpóreas.

Há dados que notificam que a versão sintética pode ser até 40% mais forte do que a que é produzida no corpo. Olhando apenas para o cenário da reposição hormonal climatérica, ou pós-menopáusica, existem indícios que a balança entre os ganhos, e perdas não sejam tão favorável para o sexo feminino.

Portanto, quando a mulher for optar por esse tipo de terapêutica, ela deve ter uma conversa bem franca com o ginecologista, para que sejam avaliados todos os riscos em iniciar esse tipo de tratamento.

Possíveis efeitos colaterais dos estrogênios sintéticos

Há ainda os riscos vinculados entre a reposição hormonal, o e consumo de álcool, cigarro e outras drogas licitas e ilícitas, pois foram encontradas correlações entre esse medicamento (estrogênios sintéticos) e a ingestão desses elementos.

Como os estrogênios sintéticos agem no organismo?

Os estrogênios sintéticos se conectam aos receptores da hormona no corpo, impedindo com isso, que os naturais se conectem, ou que na falta do hormônio (natural) o corpo sinalize o desequilíbrio. Esse desequilíbrio desencadeia os sinais que tanto incomodam as mulheres:

Mas, como evitar os sintomas da falta do estrogênio, ou os riscos da reposição hormonal sintética? Não há como sair desse beco sem saída? Sim, há como! A ciência identificou que na natureza alguns vegetais possuem ativos que agem no organismo como a hormona. Veja a seguir.

Os fitoestrogênios

“Os fitoestrogênicos competem com os outros para se conectarem aos receptores estrogênicos bem como influenciam, positivamente, no metabolismo estrogênico. Como os hormônios naturais, os fitoestrogênios são facilmente metabolizados por nossos organismos e atravessam nossos sistemas orgânicos, em um curto espaço de tempo.”

– Charlene Day – pesquisadora.

Suplementação natural

Para quem tem dificuldade de manter uma alimentação rica em alimentos fitoestrogênicos, é possível obter os benefícios através da suplementação nutracêutica, o que pode ser bem prático para quem tem uma vida agitada, pois é a soma da praticidade das cápsulas, com a segurança fitoterápica. Algumas plantas contêm elementos que agem em nossos corpos como os hormônios naturais, o que é fantástico, pois podem ser ingeridos naturalmente sem colocar em risco a saúde.

Indicamos o suplemento Active Woman Plus, pois ele é um composto de óleo de prímula, propriedades do gérmen da soja, óleo de linhaça, ômega 3 e o 6. A soja é rica em isoflavona que é um fitoestrogênio que ajudará você a amenizar os sintomas do climatério, ou da pós-menopausa. A riqueza dos ácidos graxos colaborará com o bem-estar do corpo, bem como evitará possíveis complicações recorrentes ao rebaixamento do estrogênio. Experimente!

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Gostou de saber sobre os estrogênios sintéticos? Então deixe o seu comentário, dando a sua opinião sobre o assunto. Participe!

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