Baixa autoestima: como isso influencia na vida da mulher?

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A baixa autoestima atinge 20% da população mundial, isso significa que, de 6,1 bilhões de pessoas, 1,22 bilhões sofrem com problemas de depreciação, por isso, é importante se atentar a este número e lembrar as pessoas de seu valor.

Sinais da baixa autoestima feminina

É indecisa sobre suas vontades e preferências

Uma mulher com baixa autoestima não faz escolhas bem pensadas, já que não gosta de suas atitudes e nem de si mesma, além disso, pensa que tem que estar 100% “compatível” com seu parceiro, fingindo ser o que não é para agradar ao outro, já que não está satisfeita com seu verdadeiro eu.

Desacredita que ela é atraente o suficiente

Uma das características mais fortes da baixa autoestima feminina é a depreciação, ou seja, a pessoa se diminui, acha que não é capaz e que não irá atrair ninguém por não possuir qualidades.

Fica se comparando com outras mulheres

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Por não se achar “suficiente”, sente-se inferior, como se todas as outras mulheres tivessem algo melhor, sendo mais bonitas, mais alegres, mais inteligentes, ou qualquer outra coisa que só existe na cabeça de quem sofre com o problema.

Não aceita ajuda, carinhos ou presentes

A pessoa com pensamento depreciativo muitas vezes não se sente merecedora de carinho ou de ganhar mimos, e fica tímida quando recebe.

É desrespeitada pelos outros

Infelizmente, as pessoas sentem como você se enxerga e tendem a te tratar da mesma forma. Pessoas sem autoconfiança muitas vezes são alvo dos grupos em que vivem, derrubando ainda mais a autoestima.

Sinais podem aparecer na infância

A baixa autoestima feminina pode começar na escola. Observe! Se a criança sofre bullying na escola, ela tende a se sentir diminuída, já que um determinado colega ou grupo apontam “defeitos” o tempo todo.

Outro local no qual a criança pode desenvolver o pensamento depreciativo é: dentro de casa. Isso mesmo! Um local onde deveria ser referência de afeto e incentivo ao progresso, muitas vezes pode ser o ponto principal do problema. Pais que exigem demais de seus filhos, diminuindo-os para que eles se esforcem mais, podem trazer um efeito contrário e negativo.

Baixa autoestima e suicídio

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Este tema está muito presente na sociedade, então, é importante falar sobre isso: o Desafio da Baleia Azul ou internacionalmente conhecido como Blue Whale. Este “jogo” é feito em 50 etapas, que consistem em formas de tortura e acabou causando suicídios de crianças e adolescentes em vários locais do mundo.

Jovens com baixa autoestima têm uma tendência muito maior de participar deste tipo de desafio, pois se diminuem tanto pelo “próprio eu” que podem entrar em depressão e tentar de alguma forma chamar atenção, externar a dor ou tirar a própria vida. Se você é mãe, fique atenta ao que seus filhos veem na internet!

Como superar a baixa autoestima?

Reconheça o problema

O primeiro passo é observar os sinais dados pela baixa autoestima e reconhecer que você tem o problema. Não se envergonhe, assuma para si mesma quando isso acontecer, além disso, desabafe com pessoas que você ama, falar sobre a dor alivia o peso emocional que ela tem. Você sabia que não está sozinha? De acordo com estudos, apenas 4% das mulheres da população mundial se sentem efetivamente plenas com a sua aparência.

Avalie sua autoestima

Uma pergunta importante para investigar a fonte da sua falta de confiança é: por que sua autoestima está baixa? É importante saber o motivo, para que ele possa ser superado. Se você não consegue identificar sozinha, fique tranquila, você pode procurar aconselhamento de um profissional. Uma pessoa com a visão “de fora” pode te fazer enxergar coisas que estão na sua frente, mas você nem imaginava.

Faça as pazes consigo mesma

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Talvez você esteja acostumada a pensar mal de si mesma, e mesmo que tenha tentado redirecionar sua mente para coisas felizes, já não consiga, e esse é o famoso momento “o que eu faço agora?”.

  1. Faça uma lista com suas qualidades e conquistas, e sempre que puder, leia!
  2. Repense no que você gosta de fazer, e faça! É hora da ação.
  3. Trate-se com o respeito e carinho que você merece. Pare de exigir tanto de si mesma e enxergue todo o potencial maravilhoso que existe aí dentro.
  4. Durma o suficiente! Noites de sono mal dormidas impedem a reposição de energia e isso reflete na sua autoestima.

Ajude o próximo

“Estudos científicos mostram que ajudar os outros impulsiona a felicidade, aumenta os níveis de satisfação, proporciona senso de sentido, aumenta nossa sensação de competência, melhora nosso humor e reduz o estresse. Pode ajudar a retirar nossas mentes da fixação em nossos problemas também.”

— Ação Para Felicidade

A reciprocidade também é algo que preenche o coração de alegria, nada como um sorriso sincero de quem você ajudou para alegrar o dia.

Faça exercícios

Exercícios físicos unidos a uma boa alimentação ajudam na liberação de endorfina e serotonina, considerados hormônios “da felicidade e do amor”, além de fazerem bem para a saúde como um todo e deixaram o corpo com uma aparência saudável.

Gostou das dicas? Conte para nós nos comentários se elas te ajudaram!

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